A agenda ESG (Ambiental, Social e Governança) vem ganhando espaço concreto dentro das indústrias brasileiras e deixando de ser apenas um conceito teórico. Cada vez mais, o tema passa a integrar a estrutura organizacional e o planejamento estratégico das empresas, especialmente nas de maior porte.
De acordo com levantamento recente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgado pelo portal Terra, uma parcela significativa das indústrias já conta com estruturas formais voltadas ao ESG. Esse movimento é mais consolidado entre grandes empresas, mas também começa a se expandir entre médias e pequenas organizações, indicando uma tendência de amadurecimento gradual do setor.
Entre os pilares do ESG, as ações ambientais seguem como prioridade. A gestão adequada de resíduos, a busca por eficiência energética e o uso racional da água aparecem como práticas mais difundidas. No campo social, temas como saúde e segurança no trabalho, capacitação profissional e qualidade das relações com clientes ganham destaque, reforçando a importância das pessoas no centro das decisões corporativas.
Embora o nível de conhecimento sobre ESG tenha aumentado, o desafio atual das indústrias está em ir além da adoção formal de práticas e políticas. O avanço esperado envolve integrar o ESG de forma efetiva ao modelo de negócios, influenciando decisões estratégicas, gestão de riscos e geração de valor sustentável no longo prazo.
Esse cenário mostra que o ESG deixou de ser apenas uma exigência externa e passou a ocupar um papel relevante na competitividade e na reputação das indústrias brasileiras.
Fonte: Terra – “ESG ganha estrutura nas indústrias brasileiras”, 14 de janeiro de 2026. Disponível em: https://www.terra.com.br/noticias/esg-ganha-estrutura-nas-industrias-brasileiras,da9151ae88803f8cc2ece90435da5f35xf5lhk1p.html. Terra, com base em dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI).


